Na Península Ibérica, onde se concentram diversas empresas já dedicadas à produção de macroalgas, o seu cultivo representa menos de 0,002% do sector da aquicultura. Cerca de 95% da produção global ainda provém da Ásia, onde as algas fazem parte da dieta tradicional em muitos países, ao contrário da realidade ibérica. Em parte isso deve-se à neofobia, a recusa de provar novos alimentos. Por outro lado, a sua distribuição ainda não é generalizada.

Das algas vermelhas (ilustradas na fotografia) extrai-se a carragenina, muito utilizada pela indústria alimentar como gelificante, espessante, estabilizante e aglutinante de proteínas.