Em 1984, quando a UNESCO classificou os primeiros lugares espanhóis como Património Mundial, o país inscreveu monumentos de luxo: Alhambra e o Generalife, a Catedral de Burgos, a Mesquita de Córdova, o Mosteiro e Sítio de El Escorial e três obras de Gaudí: o Parque Güell, o Palácio Güell e a Casa Milà.

No ano seguinte, incorporaram-se Ávila, o centro histórico de Santiago de Compostela, Segóvia e o seu aqueduto, a gruta de Altamira e três igrejas pré-românicas do Reino das Astúrias.

Alguns dos lugares distinguidos foram mais tarde ampliados: o bairro de Albaicín foi acrescentado à Alhambra em 1994, e as obras de Gaudí aumentaram para sete em 1995. Actualmente, 49 sítios espanhóis integram essa lista, juntamente com outros 16 bens intangíveis, incluindo a linguagem do assobio de Gomera, as Fallas ou o flamenco.

Apenas Itália (59 locais), China (56) e a Alemanha (51) têm mais bens classificados do que Espanha. França também tem 49. Segue-se a Índia com 40. A maioria dos destinos desta edição especial foi reconhecida pela UNESCO, mas constitui apenas a ponta do icebergue dos territórios  onde se encontram. Se uma viagem tem algo que ver com a descoberta de tesouros, esperamos que esta edição possa encorajar mais experiências no terreno. Boas leituras!

Destinos em destaque nesta edição:

  • Ávila e Gredos
  • Rota do Califado
  • Burgos
  • Empordà
  • Madrid
  • Segóvia
  • Cuenca e Alto Tejo
  • Barcelona
  • País Basco